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	<title>PENSO &#187; saúde pública</title>
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	<description>Discutindo saúde</description>
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		<title>Cuide-se.</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 02:45:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandro Gesner</dc:creator>
				<category><![CDATA[Enfermagem]]></category>
		<category><![CDATA[epidemiologia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[autocuidado]]></category>

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		<description><![CDATA[“O número de mortes provocadas pela dengue no país aumentou 89,7% neste ano (no período entre janeiro e 16 de outubro) em relação a todo o ano passado, segundo dados divulgados nesta quinta (11) pelo Ministério da Saúde.” http://migre.me/29z28 Notícias como esta nos preocupam e despertam dúvidas quanto às estratégias adotadas no combate a esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><span style="color: #000080"> </span><span style="color: #000080">“O número de mortes provocadas pela dengue no país aumentou 89,7% neste ano (no período entre janeiro e 16 de outubro) em relação a todo o ano passado, segundo dados divulgados nesta quinta (11) pelo Ministério da Saúde.” <a href="http://migre.me/29z28"><span style="color: #000000">http://migre.me/29z28</span></a></span></p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.pensosaude.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Evolu_o_Ivan_Cabral_charge_dengue_grafiico21.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-423" src="http://www.pensosaude.com.br/wp-content/uploads/2010/11/Evolu_o_Ivan_Cabral_charge_dengue_grafiico21.jpg" alt="" width="240" height="192" /></a></p>
<p style="text-align: justify">Notícias como esta nos preocupam e despertam dúvidas quanto às estratégias adotadas no combate a esta doença que atinge milhares de pessoas a cada ano. Sabemos que este é um problema complexo, multicausal, que envolve desde o tempo até as condições de saneamento básico da população. Porém, acredito que há um elemento fundamental nesta jornada que, infelizmente, não é praticado por muitos cidadãos: o autocuidado.<br />
A Enfermeira Dorothea Elizabeth Orem em 1980 já discutia o autocuidado como uma “prática de atividades que o indivíduo inicia e executa em seu próprio benefício, na manutenção da vida, da saúde e do bem estar”. O que temos trinta anos depois? Televisão, rádio, internet&#8230; Pessoas sobrecarregadas de informações mas incapazes de mudar seus comportamentos e atitudes do cotidiano.<br />
Fumamos, ingerimos bebidas alcoólicas, somos imprudentes no trânsito, nossa alimentação está longe de ser considerada adequada, não lavamos as mãos, criamos mosquitos em nossas casas&#8230; isso tudo por falta de conhecimento? Ignoramos os perigos destas práticas? Certamente não.<em> </em></p>
<p style="text-align: justify;padding-left: 120px"><em>“Chegara mesmo ao ponto de pensar que a escuridão em que os cegos viviam não era, afinal, senão a simples ausência da luz, que o que chamamos cegueira era algo que se limitava a cobrir a aparência dos seres e das coisas, deixando-os intactos por trás do seu véu negro. Agora, pelo contrário, ei-lo que se encontrava mergulhado numa brancura tão luminosa, tão total, que devorava, mais do que absorvia, não só as cores, mas as próprias coisas e seres, tomando-os, por essa maneira, duplamente invisíveis.”</em></p>
<p style="text-align: right;padding-left: 120px">(Ensaio sobre a cegueira, de José Saramago)</p>
<p style="text-align: justify">Proponho hoje uma reflexão rápida: o que fazemos com as informações que temos? Por que elas não são convertidas em conhecimento de verdade capaz de fazer com que as pessoas se cuidem melhor? Com a palavra, os leitores.</p>
<p style="text-align: justify">
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		<title>The truth is hard!</title>
		<link>http://www.pensosaude.com.br/2010/02/the-trhuth-is-hard/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 16:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[humor]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[health care]]></category>
		<category><![CDATA[sistema de saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim, a verdade é dura. Após um jogo de hóquei dos jogos olímpicos de inverno desse ano, em que os americanos venceram os canadenses, pode-se dizer que não foram os ianques a sair rindo por último nas comemorações. A imagem fala por si. Traduzindo: &#8220;Pelo menos nós temos um sistema de saúde&#8221; Deixo os comentários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, a verdade é dura. Após um jogo de hóquei dos jogos olímpicos de inverno desse ano, em que os americanos venceram os canadenses, pode-se dizer que não foram os ianques a sair rindo por último nas comemorações. A imagem fala por si.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.pensosaude.com.br/wp-content/uploads/2010/02/torcida-Canada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-310" title="torcida-Canada" src="http://www.pensosaude.com.br/wp-content/uploads/2010/02/torcida-Canada.jpg" alt="" width="550" height="410" /></a><strong><em><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">Traduzindo: </span>&#8220;Pelo menos nós temos um sistema de saúde&#8221;</span></em></strong></p>
<p>Deixo os comentários por conta de vocês</p>
<p><a href="http://kibeloco.com.br/kibeloco/2010/02/22/gol-do-canada/">Fonte</a></p>
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		<title>A evolução da saúde brasileira na época do Brasil Colônia</title>
		<link>http://www.pensosaude.com.br/2009/10/189/</link>
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		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 21:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Alves</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[1808]]></category>
		<category><![CDATA[história da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[saúde pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados, estou realizando a leitura de uma obra que há muito gostaria de tê-lo feito: 1808 de Laurentino Gomes (Ed. Planeta) que versa sobre a chegada da família Real ao Brasil. A leitura é fantástica. A riqueza de detalhes e o aprofundamento das pesquisas realizadas pelo autor nos remonta àquela época e nos faz vivenciar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados, estou realizando a leitura de uma obra que há muito gostaria de tê-lo feito: 1808 de Laurentino Gomes (Ed. Planeta) que versa sobre a chegada da família Real ao Brasil.</p>
<p>A leitura é fantástica. A riqueza de detalhes e o aprofundamento das pesquisas realizadas pelo autor nos remonta àquela época e nos faz vivenciar de uma forma muita clara e elucidativa como aconteceu o processo historio-evolutivo da nossa terra brazilis.</p>
<p>Assim, como não podia deixar de ser, não consigo largar mão do olhar armado, direcionado. Fico atento às passagens literárias que trazem detalhes do cenário de saúde do Brasil Colônia e como esse quadro foi evoluindo com a chegada da família real ao Brasil, especialmente com o choque cultural da área médica ocorrida com a chegada dos lusitanos.</p>
<p>Enquanto faço a leitura, vou separando trechos e passagens interessantes, fazendo minhas conjecturas e comparações com o tempo presente para que possamos discutir por aqui. Vejam abaixo primeiro trecho destacado na obra com referência as práticas de saúde da época:</p>
<p><em><span style="color: #0000ff;">A saúde era absurdamente precária. ‘Mesmo nos centros mais importantes da costa era impossível encontrar um médico que tivesse feito um curso regular’, conta Oliveira Lima, baseando-se nos relatos do comerciante inglês John Luccock, que a partir de 1808 viveu 10 anos no Rio de Janeiro. “As operações mais fáceis costumavam ser praticadas pelos barbeiros sangradores e para as mais difíceis recorria-se a indivíduos mais presunçosos, porém no geral igualmente ignorantes de anatomia e patologia.” </span></em><sup><em><span style="color: #0000ff;">12</span></em></sup><em><span style="color: #0000ff;"> A autorização para fazer cirurgia e clinicar era dada mediante um exame perante o juiz comissário, ele próprio um ignorante da ciência da Medicina. Os candidatos eram admitidos nessa prova se comprovassem um mínimo de quatro anos de prática numa farmácia ou hospital. Ou seja, primeiro se praticava a Medicina e depois se obtinha a autorização para exercê-la.</span></em></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em><span style="color: #0000ff;">Cap. 9 – A Colônia p. 124</span></em></strong></p>
<p><strong>Comparações e constatações</strong></p>
<p>Interessante perceber que mesmo passados mais de 200 anos da vinda da família real ao Brasil, ainda nos dias de hoje constatamos que alguns cenários são perenes, imutáveis. Saúde precária, especialmente pública, não é privilégio de uma ou outra localidade, existe em todos os confins dessa nossa terra. Acessibilidade a profissionais de saúde com formação superior também constitui um grave problema nos dias atuais. E percebam: a primeira escola de medicina do Brasil foi fundada na Bahia com a vinda de sábios, intelectuais e profissionais/professores de Lisboa, e ainda assim, mesmo após todo esse tempo, ainda temos carência de profissionais formados e qualificados, especialmente profissionais da medicina.</p>
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